Um City Tour que te leva de volta às origens da Região Sul

O Sul de Santa Catarina é uma Mesorregião do estado que abrange trechos, tanto de litoral como de serra; além da proximidade com o Rio Grande do Sul, sendo uma alternativa de turismo também para quem se encontra nas terras gaúchas.

Ao todo, são 44 os municípios que compõem o Sul de Santa Catarina, sendo que eles estão divididos em três microrregiões: Tubarão, Criciúma e Araranguá.

Na microrregião de Tubarão estão: Tubarão, Garopaba, Laguna, Imbituba, Orleans, Jaguariúna, Gravataí, Armazém, Imaruí, Rio Fortuna, São Ludgero, Braço do Norte, Grão Pará, Sangão, São Martinho, Capivari de Baixo, Pedras Grandes, Santa Rosa de Lima e Treze de Maio.

Já na microrregião de Criciúma estão: Criciúma, Lauro Muller, Nova Veneza, Cocal do Sul, Içara, Urussanga, Siderópolis, Forquilhinha, Morro da Fumaça e Treviso.

Por sua vez, formam a microrregião de Araranguá: Ermo, Meleiro, Praia Grande, Sombrio, Balneário Arroio do Silva, Jacinto Machado, Morro Grande, Santa Rosa do Sul, Timbé do Sul, Balneário Gaivota, Maracajá, Passo de Torres, São João do Sul e Turvo.

 O Tour Ritorno Alle Origini, vai te contar a história dos colonizadores que vieram pra região sul, como viviam, como foram se adaptando, e a importância que ainda possuem até hoje. Serão visitados atrativos de 3 cidades fronteiriças, colonizadas por Italianos: Criciúma, Nova Veneza e Siderópolis.

Criciúma: Colonizada por imigrantes italianos e, em menor número, por poloneses, alemães, africanos, portugueses e árabes, Criciúma é a maior cidade da região Sul catarinense (pouco mais de 200.000 habitantes). Distante cerca de 200 km da capital Florianópolis, sua economia cresceu em torno da exploração do carvão, da indústria cerâmica e mais recentemente é forte na prestação de serviços. Na cidade há museus e minas abertas à visitação, que resgatam a trajetória histórica do município, além de outras atrações como igrejas, grutas, parques, centros culturais, cinemas e boas opções gastronômicas e de vida noturna. Veremos: ♦ Mina de Visitação Octávio Fontana: Aberta ao público desde 2011, a Mina é a única de extração de carvão que permite a visita na América Latina. Conta a história do ciclo da mineração de Criciúma em passeio pelo interior da mina a pé ou a bordo de réplica de uma locomotiva de 1922. O local possui loja de souvenires, exposições e gruta em homenagem à Santa Bárbara.

Nova Veneza: O município é extremamente aconchegante, charmoso, cheio de cores e sabores. Um pedacinho da Itália no Brasil, pois foi colonizada por italianos do norte e hoje, a maioria dos habitantes ainda é composta de descendentes destes italianos. A cidade pulsa a cultura italiana na arquitetura, na culinária, nos costumes, nas tradições, músicas e eventos. Por isso escolhemos a cidade para almoçarmos e conhecermos a famosa culinária italiana. A cidade é pequena e serena. Veremos: ♦ Pórtico de entrada da cidade e o Monumento dos Imigrantes. Erguida em pedra basalto, a estrutura conta com o Leão de São Marcos, representando Veneza; um caldeirão de ferro, que simboliza o trabalho; e bandeiras que oficializam a união entre as duas nações.

♦ Praça Humberto Bortoluzzi que é a praça principal da cidade e possui o nome do primeiro brasileiro filho de imigrantes italianos a nascer na região sul catarinense. Na praça e arredores iremos na Gôndola Lucille, símbolo do elo que o município tem com o país de origem dos imigrantes. É uma embarcação legítima, que já percorreu os canais de Veneza no passado. Apenas quatro gôndolas originais foram doadas pelo governo italiano. Iremos também até a Ponte dos Namorados, a um centro comercial para compra de lembrancinhas, e aos que desejarem poderemos tomar o melhor sorvete do sul do mundo, veremos uma roda d’água e embaixo dela uma lista com os sobrenomes das famílias italianas que participaram da colonização desse território e casarões antigos.

♦ Vinícola Borgo. Inspirada na cidade de Bergamo, de onde a cidade é originária, foi erguido um castelo com tijolos de 1891, vindos com os imigrantes italianos. Ali são produzidos vinhos, geleias, cachaças e licores.

Siderópolis: Siderópolis fica a poucos km de Criciúma, no sul catarinense, e mantém vivas as tradições dos colonizadores italianos através de programas de intercâmbio com cidades italianas, além de valorizar a cultura e a gastronomia durante comemorações locais como a Festa do Colono. Veremos ♦ Barragem do Rio São Bento, maior reservatório de água da região Sul de Santa Catarina. O lago artificial de 450 hectares (equivalente a quase 500 campos de futebol), tem ao fundo o belíssimo cenário da Serra Geral, protegido pela Reserva Biológica Estadual do Aguaí.  O acesso ao reservatório tem uma área aberta ao público, de onde se pode apreciar de perto o vertedouro e todo cenário de entorno. Como mais um atrativo, a torre da Capela de São Pedro foi mantida como memória do local onde a comunidade de mesmo nome se desenvolveu e construiu sua história até ser inundada pelo reservatório.

♦ Túnel da estrada de ferro.  Possuindo 388,45 metros de extensão, o túnel foi construído em 1942 devido ao crescimento da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Hoje ainda é usado para dar passagem à estrada de ferro Ferrovia Dona Tereza Cristina.

Atafona Mazzorana. Uma pequena atafona artesanal onde é fabricada farinha de milho do mesmo nome. Aos saudosistas, uma ótima oportunidade de lembrar dos trabalhos manuais na moagem do milho, aos que desconhecem, uma verdadeira aula de resgate e e cultura dos tempos de nossos avós.

                             

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